quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Adoração

Quando uma desgraça bate em nossa porta, podemos questionar a Deus: Por que comigo? Por que eu? Por que isso aconteceu? Não é assim que Deus se relaciona conosco, muitas vezes, a resposta que temos Dele é o silêncio, parecendo até mesmo indiferença.
A multiforme sabedoria do Senhor vai além de nossas expectativas sobre Ele, às vezes, essa expectativa nos frustra mesmo. Deus não pensa como nós, não é Ele quem nos serve. Deus não nos deve satisfação por nada. Onde é que a criatura pode questionar seu criador? Ainda que o questionamento nos seja inerente exatamente porque assim o Senhor nos fez.
No momento em que a batalha está travada e precisamos escolher entre continuar e desistir, Deus nos ensina a serví-lo. Deus não é "bonzinho para nós", Deus é bom sobre toda circunstância, em todo tempo.
Ele conhece nossos limites e nossa estrutura, sabe perfeitamente até onde podemos suportar, mesmo nos momentos em que pensamos que não vamos mais aguentar. Ele sabe que vamos! E não evitará que passemos por essa experiência. Como preparar um soldado para a guerra se ele nunca puder conhecer seus limites? Como estar em pé, se tropeçarmos e cairmos na primeira pedra? Como enfrentar a montanha?
Deus sempre será Deus e nós sempre seremos adoradores, essa é a ordem para qualquer circunstância. Esse é o princípio para transpormos os obstáculos, tenham eles que natureza for (medo, fome, miséria, morte, desprezo, pecado).
Deus espera de nós apenas que reconheçamos que Ele é Deus e que adorá-lo é uma necessidade nossa e não Dele.
"Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os cavalos? Se tão-somente numa terra de paz estás confiado, como farás na enchente do Jordão? " Jeremias 12:5
"Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus... "Salmos 46:10

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